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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

POLICIAL SOFRE ATENTADO DE MORTE EM SÃO LUIS


Jimmy Cliff foi surpreendido por dois homens armados de pistolas calibre 380, que estavam em uma moto de cor alaranjada. Os bandidos efetuaram cerca de 20 disparos contra o policial civil, que no momento do atentado chegava ao portão da casa da ex-companheira, na Cohama, com quem tem uma filha de dois anos. Horas antes do crime, a vítima ligou para Loura, com quem travou uma forte discussão ao celular. O policial avisou que estaria indo a sua casa naquele momento, quando foi baleado.

As quatro pessoas presas - Paulo Roberto Ribeiro, o Paulinho Matador; Gustavo Coimbra Gomes, o Coco; Isilene de Jesus Silva Pacheco e Maria do Perpétuo Socorro Peres Candeira, a Loura - foram autuadas ainda pelo crime de formação de quadrilha e serão encaminhados, após a conclusão dos interrogatórios, para o Complexo de Pedrinhas. O policial Jimmy Cliff continua internado, mas está fora de perigo.

 

Com frieza companheiro de mulher assassinada em Buriti confessa o crime

Antonio Braz de Sousa, companheiro da vítima, disse que a matou por ela não aceitar o fim do relacionamento

Antonio Braz de Sousa - assassino confesso
A morte de Ana Célia Dutra dos Santos, 33 anos, foi elucidada. A Chapadinhense encontrada morta em um povoado da zona rural do município de Buriti de Inácia Vaz, foi morta pelo companheiro Antonio Braz de Sousa, o “Peixeiro”, como é popularmente conhecido.

Logo que capturado pela polícia o homicida assumiu com frieza a autoria do bárbaro crime.


Na delegacia Antonio Braz de Sousa concedeu uma entrevista a nossa página, onde conta detalhes do assassinato, que segundo ele foi motivado pela não concordância da vítima no término do relacionamento que já durava 06 anos. Acompanhe abaixo:

BLOG – O que motivou você a assassinar sua companheira ontem em Buriti?

 RÉU CONFESSO – O motivo foi ela não aceitar a gente terminar o relacionamento. Eu queria terminar com ela e ficar com minha filha, mas ela não queria.

BLOG – Há quanto tempo vocês estavam juntos?

RÉU CONFESSO – Há 06 anos, mas nós não vivíamos juntos.

BLOG - Como era seu relacionamento com a vítima?

RÉU CONFESSO – Nosso relacionamento a gente não brigava muito, mas tinha esse problema mesmo.

BLOG – Como você planejou o assassinato de sua companheira?

RÉU CONFESSO – Eu já tinha há muito tempo passado nisso, aí eu fui cobrar e ela também foi junto, ela tomou a decisão dela mesma de cobrar comigo, pra minha tentação, aí eu fui pra fazer as cobranças aí no caminho eu achei que era hora.

BLOG – Você estava armado na hora do assassinato? O que você usou para tirar a vida de sua companheira?

RÉU CONFESSO – Foi uma faca.

BLOG – Quantos golpes você desferiu na vítima?

RÉU CONFESSO – Eu não sei. Eu só sei que eu dei a primeira aí ela começou a olhar pra mim, por que ela viu quando peguei a faca mas eu não enfiei direito, aí eu ia desistir, ela tomou a faca da minha mão e tentou me furar também, aí eu peguei com as mãos dela e furei, com a faca na mão dela. Depois eu soltei ela, ai ela não caiu então eu peguei um pau e bati nela.

BLOG – Depois disso o que você fez, você fugiu do local?

RÉU CONFESSO – Só sai do local, mas fui pra minha casa.

BLOG – Nesse momento você agiu com extrema frieza, foi pra casa e esperava agir como alguém que não soubesse de nada do que havia acontecido?

RÉU CONFESSO – Foi.

BLOG – O que levou você a abrir o jogo, se entregar e confessar o crime?

RÉU CONFESSO – Eu não me entreguei, na verdade todo mundo começou a desconfiar de mim aí então os “home” me pegaram e cheguei aqui vi que não dava pra mentir o tempo todo, dizendo que não, que não... né, tive que abrir o jogo.

BLOG – Bate algum arrependimento após o crime?

RÉU CONFESSO – Agora bate por que eu to sofrendo muito por causa da minha filha de 02 anos. Ela tá sofrendo muito.
 
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