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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Chapadinha! SINE abre 2 vagas para o serviço de Cozinheira.



O SINE de Chapadinha comunica as interessadas em trabalhar como cozinheira, estão abertas 2 vagas.
Para as interessadas procure o SINE na Av. Ataliba Vieira de Almeida, próximo ao espaço Vemasa, fone: 3471-2639 ou falar com o Coordenador Zezinho Lima.

Atenção!  as vagas são limitadas.

Homem vai ao fórum de Chapadinha pedir licença para viajar e é preso por mandado de prisão

Por: Blog do Foguinho-04 de Abril de 2013

André Conceição de Carvalho, foi ontem,03, ao Fórum de Chapadinha pedir uma licença para viajar, pois o mesmo responde processo e não pode sair da cidade sem a permissão da Justiça.

Quando a funcionária puxou a ficha de André, constava que tinha um mandado de prisão para ser cumprido  na lei Maria da Penha.

André tinha agredido a sua cunhada e o Juiz Mário Henrique de Andrade, tinha encaminhado  um mandado de prisão para recolher o mesmo para a cela da Delegacia de Polícia Civil.

A Viatura prendeu André e encaminhou para a delegacia para ser ouvido pelo delegado Jairon Timbó.

Exclusivo! Manoel Aninha é absolvido á Júri Popular em Chapadinha



Por: Blog do Foguinho

Ontem, 03, foi realizado o último julgamento dos acusados na morte de José de Jesus Santana o “Zezinho”, ocorrido no dia 02 de Março de 2001 na localidade Baturité Município de Chapadinha.


O Processo foi julgado no Fórum da comarca de Chapadinha, que tinha como presidente do tribunal do Júri, o Juíz de Direito Cristiano Simas de Sousa, que apontava os processos:
Roberto Fernandes como o principal mandante do crime
Manoel Antonio Aninha como o Autor do disparo
Antonio Carlos Teixeira como comparsa e filho de Manoel Aninha na noite do crime.

O Julgamento começou às 8h e Terminou somente às 22h, onde foram ouvidas as defesas e as acusações.

Acusação

O Promotor Douglas Nojoso e o Advogado Maçom, alegaram que todas as provas que estava no processo que já ocorria á 12 anos, eram verdadeiras e apontava os três acusados pela Morte de Zezinho, eles disseram que constava no processo que Manoel Aninha já tinha confessado o crime para dois delegados na época, um Juíz e uma Promotora, e que ele nunca tinha negado a participação e agora depois de 12 anos os acusado alegam que Manoel Aninha tinha confessado crime sobre Pressão do delegado Vinícius.

No processo, a principal acusação é que, o crime ocorreu por volta das 20h e Manoel Aninha e seu filho Antonio Teixeira chegaram a uma localidade na cidade de São Benedito  por volta das 3h da manhã e pediram uma dormida na casa da própria filha e disseram que estavam vindo de uma caçada carregando duas espingardas e todos molhados, mas não mataram nada, pois não era época de caça afirmou Manoel Aninha.

Manoel Aninha Ainda disse na época ao delegado José Hildo que tinha atirado no escuro em outra pessoa, mas matou o Zezinho por engano ou seja matou a pessoa errada. Afirma o processo antigo.




Os acusadores firmaram nas teses que não houve pressão e somente o Manoel Aninha ter confessado o crime por 200 Reais e dizer que foi a mando de Roberto Fernandes  na época já era questão de finalizar o processo.

Defesa dos acusados


A defesa formada por Raimundo Élcio, Almir Moreira e Defensoria Pública, alegaram que os acusados: Manoel Antonio Aninha, sofreu pressão do delegado Vinicius para confessar o crime e Roberto Fernandes alegou que foi tentado um suborno de dinheiro pelo Delegado Vinícius para não ter o nome envolvido no processo, mas ele afirma não ter dado a quantia.

Todas essas alegações foram feitas de acordo com o processo da época e que os defensores dos acusados disseram que não tem ninguém que confirma que viu Manoel Aninha atirando em Zezinho, ninguém tem certeza e tudo isso foram palavras criadas na época para tingir Roberto Fernandes que tinha ligação em terras e compras de babaçu.
A defesa para concluir o caso disse ainda que o delegado Vinicius que o mesmo tinha dado pressão em Manoel Aninha para confessar o crime e ele era tão descontrolado que meses depois ele se suicidou com um tiro, mostrando que tudo foi feito de forma errada e incorreta sem provas absolutas para apontar os três como os autores e mandantes do crime e pediram ao Júri que não mandassem eles para a cadeia, pois todo o processo não teve provas e sem nenhum fundamento, e que absolvesse os mesmos.

O Júri formado decidiu que por falta de provas verdadeiras que apontasse os três como o responsável pela a morte de José de Jesus Santana o “Zezinho”, foram a favores da absolvição e deixasse o três em liberdade.

Finalizou mais um processo.




Quase 60 prefeitos perdem prazo para prestar contas ao TCE


Foram 26 prefeitos a mais que 2012. Prazo encerrou às 18h da última terça-feira (2).
Divulgação/TCE
Foto: Biaman Prado / O Estado
BRASÍLIA - Um total de 57 prefeitos e 64 presidentes de câmaras municipais deixou de entregar suas contas ao TCE até às 18h da última terça-feira (2), quando se encerrou o prazo constitucional. Foram 26 prefeitos a mais do que no ano passado e 35 presidentes de câmaras que ficaram inadimplentes com o órgão.
O aumento da inadimplência em relação ao ano passado já era esperado pelo órgão, por se tratar de um ano pós-eleitoral. “O ideal seria que todos tivessem atendido ao apelo do Tribunal e prestado contas em tempo hábil, evitando os problemas decorrentes da inadimplência”, observa o presidente do TCE, conselheiro Edmar Cutrim.
No ano passado, 31 prefeitos deixaram de entregar suas contas dentro do prazo. O número interrompeu a tendência de queda na inadimplência verificada nos últimos três anos: em 2011, 11 prefeitos deixaram de entregar suas contas até o final do prazo; em 2010 foram 27 e em 2009 foram 53.
Os gestores que não encaminharam ao TCE suas prestações de contas podem sofrer diversas sanções, entre elas pagamento de multa, acionamento por parte do Ministério Público Estadual (MPE) e inclusão do seu nome na chamada lista de inadimplentes, que será encaminhada ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TER-MA), órgão que poderá torná-los inelegíveis.
Este foi o segundo ano em que o Tribunal aboliu o uso do papel para a entrega das contas de seus jurisdicionados. A diferença em relação a 2012 é que, agora, além de serem entregues em suporte digital, as contas irão tramitar, também, em ambiente eletrônico durante todo o processo de análise até a decisão em plenário.
“Esse é o um estágio importante do processo de modernização do TCE, conferindo maior agilidade e segurança ao processo de análise e julgamento das contas públicas”, analisa o conselheiro Edmar Cutrim.
Fonte: imirante.com
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