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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Mulher sofre grave acidente de moto no Bairro Corrente em Chapadinha.

Aldilene trabalhou no caixa da loja Paraíba, em Chapadinha

Por: Blog do Foguinho, 02 de setembro de 2016.

Na manhã desta sexta-feira, 02, uma mulher identificada por Aldilene sofreu um grave acidente de moto próximo a escola Tancredo Neves, no Bairro Corrente.

Segundo informações, Aldilene  estava fazendo a travessia da rua quando foi atropelada por uma caminhonete que pegou na sua lateral. Ela tinha ido buscar seus filhos colégio.

Aldilene foi socorrida e levada para o hospital Antonio Pontes de Aguiar, em seguida levada por uma ambulância para um hospital em São Luis.

O seu estado de saúde é grave.







Alô Chapadinha! Neste domingo tem Pancadão M43.


Neste domingo, 04, a cidade e Chapadinha vai receber a caravana do 43, Dr. Magno Bacelar, com um mega pancadão percorrendo as ruas da cidade.

Venha você e sua família fazer parte deste grande momento político que será o retorno do prefeito Bom d+, Dr. Magno.

Coloque na sua agenda.   
    
Neste domingo, o Pancadão 43.


Hildo Rocha defende diminuição de Ministérios


O deputado Hildo Rocha, membro titular da comissão especial que analisou a Medida Provisória 726/16, comemorou a aprovação da proposta que transforma, incorpora, e extingue ministérios. O parlamentar foi autor de diversas emendas aprovadas no texto final. “A população brasileira mantém uma máquina pública gigantesca e ineficiente. A Alemanha tem apenas 14 ministérios; os Estados Unidos 15; a Argentina 14; o Chile 22. O governo do PT chegou a ter 39 Ministérios e há nenhuma evidência de que os serviços públicos tenham melhorado. A reforma sugerida pelo presidente Temer é necessária. Durante os debates, apresentei diversas emendas que irão contribuir para tornar a máquina pública mais eficiente. O objetivo essencial é economizar e tornar a administração pública mais eficiente”, destacou Rocha.

A seguir, um resumo com as principais alterações na estrutura do governo federal contidas na MP 726/16.

01.   Os temas relacionados à igualdade racial, direitos humanos e Secretaria de Política para as Mulheres (SPM) serão de competência do Ministério da Justiça;

02.   A Previdência Social será incorporada ao Ministério da Fazenda. Com a migração a nova pasta cuidará apenas das questões financeiras, ficando ainda em sua estrutura a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc); o Conselho Nacional de Previdência Complementar e a Câmara de Recursos da Previdência Complementar;

03.   O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o seu conselho de recursos passam do Ministério do Trabalho para o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário.

04.   A Controladoria-Geral da União (CGU) ganha o status de Ministério e nova denominação. Passará a ser denominada Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle - CGU;

05.   As atribuições do Ministério das Comunicações serão incorporadas ao novo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações.

06.   A Secretaria da Micro e Pequena Empresa ficará com a Secretaria de Governo em vez da Casa Civil.

07.   Secretaria de Governo da Presidência da República ficará com as  atribuições relacionadas à formulação, supervisão, coordenação, integração e articulação de políticas públicas para a juventude; assim como a articulação, promoção e execução de programas de cooperação com organismos nacionais e internacionais, públicos e privados, voltados à implementação dessas políticas. Dessa forma, ficam na Secretaria de Governo a Secretaria Nacional da Juventude e o Conselho Nacional da Juventude.

Informações centralizadas

Na reformulação da Controladoria-Geral da União, com sua transformação no Ministério da Transparência, a MP determina que o ministro da pasta centralizará todas as informações produzidas em relatórios dos órgãos do Sistema de Controle Interno do Executivo sobre irregularidades atribuíveis a agentes da administração pública federal que possam resultar em prejuízo ao erário no valor igual ou superior a R$ 75 mil. Esse valor mínimo é definido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) como aquele a partir do qual seria economicamente viável realizar tomada de contas especial para recuperar o que foi desviado. A matéria precisa ser votada ainda pelo Senado.
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